Hoje quem vai falar de cinema sou eu! E deixo claro que tratarei o filme como espectadora e não como crítica de cinema.
A filha do mal, com direção e roteiro de William Brent Bell, lançado nos cinemas brasileiros em fevereiro deste ano conta a história de Isabella que decide investigar o por quê de sua mãe ter matado três pessoas e passar anos internada no Hospital Centrino, na Itália, especializado em casos de doenças mentais e suspeitas de possessão.
Foi um dos filmes em cartaz mais vistos, superando Missão impossível 4, porém, bastante criticado. Muitas das críticas caracterizam o filme como "filme de terror fraco", "filme de terror de mau gosto" e até mesmo como "filme de terror barato" e acredito que não seja bem assim. A Filha do mal inicia-se com um aviso de que o Vaticano não apoia a produção e foi filmado em estilo documentário, o que parece ter dado um tom à mais de realidade ao filme, com duração de 83 minutos.
Isabella viaja junto com um cinegrafista e, já na Itália, consegue ajuda de 2 padres que estudam sobre o exorcismo e se propõem a investigar o caso junto com ela. As cenas do filme são bastante forte e, me desculpem os amantes do clássico "O exorcista", mas, achei a proposta do filme muito boa e, se era a intenção do diretor fazer com que ficássemos apreensivos e amedrontados em todo o filme, tenho certeza de uma coisa: comigo ele conseguiu.
O final talvez tenha sido o ponto fraco do filme, acabando com as expectativas por um desfecho interessante da história. Mas, apesar disso, diferente das críticas, A filha do mal é uma ótima pedida para uma sessão de terror, mas deixo o aviso: só assista se puder.
O final talvez tenha sido o ponto fraco do filme, acabando com as expectativas por um desfecho interessante da história. Mas, apesar disso, diferente das críticas, A filha do mal é uma ótima pedida para uma sessão de terror, mas deixo o aviso: só assista se puder.

Sâmia Laços, estudante de Jornalismo apaixonada por decoração, design e tudo o que é capaz de levar inspiração às nossas rotinas.
