Não mais!
Há certo tempo as redes sociais vieram expandindo a forma de se relacionar. Expansão essa, que aqui no Brasil se iniciou ainda com o Orkut, vem ganhando muito mais força com os famosos Twitter e Facebook, dando espaço à era da conectividade.
Tudo tem se adaptado aos novos recursos e padrões criados junto às redes sociais, inclusive a própria tecnologia, com celulares, vídeo games e televisões, por exemplo, que se reformulam através dos padrões da conectividade e contribuem para a expansão do estilo, sem falar é claro, dos “i’s” revolucionários (iPhone, iPads...), que fizeram com que tal segmento finalmente acordasse.
No ramo da telefonia podemos perceber que os fabricantes de celulares e as empresas de telecomunicações têm alterado sua visão de mercado. Os fabricantes, como Nokia e Samsung, investem em aparelhos com mais interatividade e ao mesmo tempo mais populares, como é o caso dos smartphones, com acesso às redes sociais.
As empresas de telecomunicações, como TIM, Claro e Vivo (É importante deixar claro que quando falo aqui de telecomunicações, me refiro à operadoras de telefonia móvel. Diferencio, pois, empresas como a Nokia também atuam no ramo das telecomunicações, o que poderia confundir um pouco) investem em planos que induzem seus consumidores a se conectarem onde e como quiserem por seus aparelhos com a oferta da conexão de dados por um preço razoável.
O marketing também se adapta à nova era e está aí a parte mais interessante da história. Os usuários da redes sociais criam, através delas, o julgamento do que é bom e do que é ruim e disso depende a credibilidade das marcas e serviços.
Quanto mais “curtir” a página da marca tiver no Facebook ou quanto mais seguidores tiver no Twitter, mais pessoas falam sobre a marca/produto e assim mais pessoas são atingidas, como em um efeito dominó, quanto mais se fala, mais se propaga, ou seja: popular em rede social é sinônimo de destaque no mercado. A Página da Coca Cola, por exemplo, tem mais de 41 milhões de ‘curtir’, com esses números não precisamos nem perguntar se existe credibilidade, não é mesmo?
A corrida por sucesso, que antes acontecia somente nos anúncios publicitários de TV, Rádio e “adsense” da web acontece também no Facebook, Twitter e, no até então não citado, Youtube (O canal de compartilhamento de vídeos, que também vem revolucionando a publicidade, mas que tratarei com mais detalhes em outro momento).
As empresas vêem se adaptando a essa nova realidade e ganham na internet mais um meio de analisar seu poder de persuasão, seus índices de aceitação e rejeição e, o mais importante: podem interagir mais com seu consumidor, imprescindível para seu sucesso.



Sâmia Laços, estudante de Jornalismo apaixonada por decoração, design e tudo o que é capaz de levar inspiração às nossas rotinas.
