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terça-feira, 17 de maio de 2011

Até onde vai a liberdade nos transportes coletivos?


Se pensarmos em problemas do transporte coletivo lembramos logo de diversos fatores, como  transportes muito antigos, problemas mecânicos,ambiente sujo e principalmente a superlotação. Quem depende do transporte coletivo sabe das situações inusitadas que acontecem em nosso dia-a-dia.

Como o nome já diz, o transporte coletivo atende a um grupo de pessoas, ou seja, essas pessoas terão que dividir aquele determinado espaço. Encontramos pessoas diferentes, com pensamentos diferentes, opiniões diferentes, classes diferentes, comportamentos diferentes e, é claro, o ponto mais importante: com EDUCAÇÃO diferente.


Imagine a situação: 


Acordar cedo para ir ao trabalho, escola ou qualquer outro lugar que lhe cobra uma certa responsabilidade. Acordar cedo é sempre dificil, principalmente quando se imagina um ônibus ou uma van lotada, mesmo assim procuramos cumprir com nossas responsabilidades. Dentro do transporte temos: superlotação, gente inconveniente, gente gritando, gente ocupando mais espaço que deveria, tem gente que entra no ônibus fumando, gente escutando funk, rap, forró, axé, pagode... enfim, escutando qualquer coisa que não nos interessa no autofalante do celular (Será que é tão difícil comprar um fone?). Você já chega no seu destino meio que estressado.


Ok. Agora vamos comentar a volta para casa.


Cansado, com fome, com sono, precisando de um banho, precisando esticar as pernas, ônibus mais lotado que na ida. Mais uma vez gente inconveniente, gente gritando, gente ocupando mais espaço que deveria, mais gente que fuma no ônibus e MAIS UMA VEZ GENTE ESCUTANDO FUNK, FORRÓ, AXÉ, RAP, HIP HOP E O DIABO À QUATRO NA DROGA DO CELULAR, ACHANDO QUE VOCÊ É OBRIGADO A OUVIR TUDO AQUILO. O respeito desaparece e isso parece a coisa mais natural do mundo...


Aí eu me pergunto:


Até onde vai a nossa liberdade nos transportes coletivos? É como dizem, a nossa liberdade acaba quando a do próximo começa, mas tem gente que parece nunca ter ouvido falar disso, parece até que o faz de propósito. Se você frequenta um lugar público ou usufrui de algo direcionado à coletividade, o seu comportamento tem que se adaptar à essa coletividade, ou seja, temos que saber até que ponto vai o nosso espaço, a nossa liberdade, tentando não invadir o espaço do outro.

Saber se comportar é uma questão independente de status, cor, opinião, humor, casa, carro, sol, chuva... Enfim, independente de qualquer coisa. Saber se comportar é questão de respeito, uma questão de educação e pelo visto muita gente (seja de classe A, B, C ou D) ainda não sabe o significado disso.


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